sexta-feira, 22 de maio de 2026

Eclesíastes 2: 1-11


 Disse eu em meu coração: Venha ver como é boa a diversão; Deleite-se no prazer; mas ao final ficou evidente que isso também era vaidade.

Sobre as risadas eu disse: Enlouqueceu? E sobre a alegria: Para que serve isto?
Busquei em meu coração como seria possível, desfrutar do vinho e continuar sendo sábio,  e como impedirei a loucura de me tomar, até concluir quais as melhores alternativas de vida, para os homens que vivem debaixo do sol, durante a duração do número de dias de sua vida.
Fiz para mim maravilhas da arquitetura; construí para mim casas; plantei para mim parreirais.
 Plantei para mim hortas e jardins; e plantei nele árvores de todo tipo de frutas.
Fiz para mim reservatórios de águas; para irrigar com eles os bosques onde as árvores verdejavam.
Adquiri escravos e escravas, e tive escravos nascidos em casa; também tive grandes rebanhos de vacas e ovelhas; mais que todos os reis que reinaram em Jerusalém antes de mim.
Também amontoei para mim, prata e ouro, e jóias presenteadas por reis e províncias; me cerquei de cantores e cantoras,  das maiores delícias que os homens podem provar, e de todos os instrumentos musicais possíveis.
E me elevei, e me exaltei mais do que todos que vieram antes de mim em Jerusalém: E a Sabedoria perseverou em estar ao meu lado.
E tudo que os meus olhos desejaram, não me neguei. Nem privei ao meu coração nenhum prazer; e meu coração ficou alegre com todo o trabalho que realizei, e essa foi toda a recompensa que consegui com o meu trabalho.
E eu olhei para todo o trabalho que minhas mãos fizeram, para absolutamente todo o trabalho que eu fiz; e percebi que tudo era vaidade e espírito de aflição. E que tudo isto era inútil debaixo do sol.


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